25 setembro 2016

Vinho argentino macio e fácil de beber :: Cuatro Vacas Gordas Blend 2015


Esse vinho tem um rótulo divertido e me parece que sua proposta combina bem com o rótulo. Longe de ser um vinho encorpadão, com taninos potentes, madeira muito evidente e teor alcoólico lá em cima - ainda presentes em muitos vinhos argentinos - esse tem uma proposta muito clara: ser fácil de beber, sem complicações e, porque não, ser um vinho divertido!

Quando usamos esse adjetivo "divertido" pode ser que apenas queremos dizer que o vinhos seja OK, isto é, um vinho bom, sem qualidades excepcionais. Eu mesmo e muitos amigos usamos ambos adjetivos para definir alguns vinhos. 

Mas, para esse a expressão "divertido" significa um vinho fácil de beber, sem grandes complexidades, mas sem qualquer defeito. Apenas é um vinho elaborado para não causar muita polêmica ou comentários. É daqueles para você beber e enquanto bebe não fica girando a taça para sentir aromas ou conseguir detalhes para comentar. É um vinho que não vai roubar a atenção de ninguém durante um jantar, por exemplo. 

Na taça tem coloração rubi. Aromas de frutos vermelhos maduros, com destaque especial para ameixas. É um corte de Malbec (60%) e Cabernet Sauvignon (40%), e as características mais evidentes são realmente da Malbec. Às cegas eu apostaria nessa uva. 

Na boca a fruta é abundante, com notas discretas de baunilha e caramelo. Os taninos são muito macios e dóceis. Acidez mediana. Final de boa persistência. A facilidade de beber o torna um vinho amigável a todos os tipos de paladares. Detalhe: vinhos com essa característica costumam ser rotulados como "meio-seco", mas não é o caso desse.

Não tem passagem por madeira, apenas um período de 6 meses em tanques de inox para afinamento. Tem 13% de teor alcoólico. Seu produtor é a Caligiore, que elabora o vinho na região de Luján de Cuyo, a partir de vinhedos orgânicos.  


Detalhes da compra:

Esse vinho é importado pela Mercovino e pode ser encontrado na faixa de preços entre R$71 e 80. 

Saúde a todos!



15 setembro 2016

Um belo exemplar da França por R$ 69,90 :: Maison Jaffelin Côteaux Bourguignons Rouge 2014


Ontem à noite participei de mais uma edição do Winebar, degustação virtual reunindo vários blogueiros e jornalistas do mundo vinho. Dessa vez foram degustados dois vinhos franceses da região da Borgonha, um tinto e um branco. 

Como de costume o amigo Daniel Perches conduziu uma ótima entrevista, dessa vez com o enólogo Jean-Pierre Nié, proprietário de vinícolas nas regiões da Borgonha e Côtes du Rhône, para falar sobre os vinhos que foram selecionados para os assinantes do Le Club, o clube de de vinhos da importadora Chez France.

[Clique aqui para assistir à entrevista!]

Hoje quero falar sobre o tinto da noite, um vinho da região da Borgonha, mas elaborado com a Gamay, uma variedade ofuscada pela presença imponente da Pinot Noir nos vinhos da famosa região francesa. A sub-região é a AOC Côteaux Bourguignons, criada em 1937 e de onde saem vinhos tintos, brancos e rosés em seus 135 hectares de vinhedos. São vinhos que podem ser classificados como "genéricos" ou "ordinários" da Borgonha em razão da amplitude da região e regras mais flexíveis, mas isso não significa que sejam vinhos inferiores ou ruins. 

Esse 100% Gamay é elaborado pela Maison Jaffelin, fundada em 1816 e que elabora vinhos em várias faixas de qualidade e preço, inclusive dois espumantes Crémant de Bourgogne (um branco e um rosé). 

Na taça o vinho tem coloração rubi, com reflexos violáceos e boa transparência. Aromas em média intensidade, com destaque muito vivo para frutos silvestres (cereja, morango), especiarias e frutas secas. Na boca é leve, com boa acidez e taninos elegantes. Daqueles vinhos em que a intensidade e potência ficam em segundo plano, pois o admirável é sua sutileza. 

Final de boa persistência, pedindo mais um gole em razão da boa acidez. Palato mesclando boa fruta silvestre, especiarias e um levíssimo tostado, embora não tenha passagem por madeira. 

É engarrafado após um breve período de maturação em tanques de inox e deve ser bebido jovem, como a maioria dos Gamay para que seu frescor seja preservado. Acredito que esteja no auge e se eu tivesse outra garrafa abriria na semana que vem. 


Detalhes da compra

Recebi essa garrafa para participar da degustação virtual, mas é importado pela Chez France que o vende em sua loja virtual por um preço bem honesto: R$ 69,90. 

Saúde a todos!



11 setembro 2016

Elegante e equilibrado :: Quinta do Boição Arinto Reserva Bucelas DOC 2014


Aprendi com minha esposa a beber mais vinhos brancos e fazemos isso com muita frequência. Claro, em razão da oferta, os Chardonnay e os Sauvignon Blanc acabam dominando, mas não abrimos mão de novas experiências, como essa em um domingo de agosto. Encontramos nessa garrafa um vinho que prima pela elegância e pelo equilíbrio, sem deixar de ser vivo e refrescante. 

Esse vinho é produzido pela Enoport que tem várias marcas em Portugal e a Quinta do Boição é uma delas, de onde são originados seis vinhos, dois tintos, dois brancos e dois espumantes. A propriedade tem 45 hectares, dos quais 37 são plantados, sendo 4 com vinhas velhas (mais de 50 anos), 10 com uvas tintas e o restante com variedades brancas. 

Na quinta, adquirida pelo grupo em 1983, o destaque entre as uvas brancas é para a Arinto, variedade importante na região de Bucelas, demarcada em 1911. É uma sub-região de Lisboa, que tem outras oito denominações de origem. 

Esse vinho é um 100% Arinto e tem uma brevíssima passagem por barricas de carvalho, apenas 30 dias. 

Na taça a coloração é amarelo palha, com reflexos esverdeados. No nariz os aromas aparecem em boa intensidade, com destaque para frutos brancos maduros, além de uma elegante lembrança da passagem por madeira, castanhas e levíssimo tostado. 

Na boca é intenso, com acidez refrescante e muita fruta. Aparece um cítrico que nos aromas não aparecia tão claro, mesclado com a fruta branca madura. Muito equilibrado e de boa complexidade. Final de boa persistência, repetindo tudo. 

Fácil de beber, sem desequilíbrios, mesmo com álcool a 13,5% de teor. Ideal para uma infinidade de harmonizações, como frutos do mar, comida oriental, massas com molhos brancos, aves e risotos. 


Detalhes da compra:

O vinho é importado pela Domno do Brasil e pode ser encontrado em sua loja virtual por R$ 104.

Saúde a todos!



01 setembro 2016

Mais um belo vinho desse produtor chileno :: Maycas del Limari Sumaq Reserva Syrah 2012 #CBE


O tema desse mês para nossa Confraria Brasileira de Enoblogs foi escolhido pelo confrade Evandro Vanti, do blog Vinhos que Provo. Ele escolheu "um Syrah / Shiraz do novo mundo, sem limite de preço. Vale um 100% ou um corte, desde que a maior parcela seja dessa uva".

Um bom tema, sem nenhuma dúvida. Mas, como deixei para a última hora acabei não encontrando muitas opções interessantes aqui em Uberlândia. Então, apostei em um vinho da Maycas de Limari, um produtor consistente do Vale que recebe o mesmo nome, situado a 400 km ao norte da capital Santiago.

Esse vinho tem 13,5% de álcool e uma passagem de 8 meses por barricas de carvalho francês. Um vinho que mescla a boa presença da madeira, a fruta e uma certa potência conferida pelo álcool, mas em bom equilíbrio, sem esconder as características da Syrah, principalmente nos aromas. 

Um vinho que parece ter uma boa evolução, mas ainda sem notas terciárias. Aromas característicos da variedade, com bastante especiarias e notas de chocolate. Na boca tem taninos com uma pontinha de adstringência ainda e boa acidez. Aliás, a acidez me surpreendeu, porque normalmente não a encontro na maioria dos vinhos tintos chilenos.

Final de boa persistência. Já com quatro anos de idade me parece em ótima forma e em momento ideal para consumo, mas se for guardar não deverá ultrapassar 2017, porque a partir daí as características de fruta, taninos e acidez começarão a decair.


Detalhes da compra:

Esse vinho é importado pela Wine, que o vendia em seu site na faixa dos R$60.

* Esse é o 120º vinho que comento para nossa CBE, primeira e única confraria virtual do Brasil, desde fevereiro de 2007. 

Saúde a todos!





25 agosto 2016

No carrinho do supermercado :: Tarapacá Cosecha Chardonnay 2014


Há muitos anos não bebia um vinho da Viña Tarapacá, bodega chilena fundada em 1874, cujos vinhos podem ser facilmente encontrados nos supermercados e lojas especializadas. Mas, como gosto de experimentar vinhos baratos esse Chardonnay do Vale Central me pareceu uma boa pedida. 

Nessas buscar por vinhos em faixa de preços mais acessível dou preferência aos brancos, porque o risco de uma decepção parece ser menor. No caso desse vinho, as uvas vem de uma região quente do Chile, o que indica um vinho mais maduro, mais tropical, do que outros que possam vir de regiões mais frias, como Casablanca, Leyda ou San Antonio, por exemplo. 

O vinho não aparece no site da vinícola, o que pode significar que seja uma linha destinada apenas à exportação... e como o mercado brasileiro absorve TUDO que esteja dentro de uma garrafa e tenha no rótulo a palavra VINHO, veio parar na prateleira de um supermercado em minha cidade. 

Mas, o resultado foi satisfatório, apesar desse detalhe. 

Na taça uma coloração amarelo palha. Nos aromas confirmou-se a ideia de que seria um vinho maduro, com notas de frutos tropicais maduros, como pêssego, banana e melão, traços lembrando mel, além de uma nota que me lembrou a salmoura da azeitona (não, eu ainda não tinha bebido nada!).

Na boca é untuoso, maduro, com notas abaunilhadas, parecendo ter passado brevemente por madeira. Repetiu-se-se a fruta branca madura. Embora tenha acidez mediana tem bom frescor, boa presença em boca e final médio-longo. Tem 13% de álcool, que dão um calorzinho ao vinho, mas sem desequilíbrio.  

Ideal para harmonizar com aves, pratos com arroz e frutos do mar, massas com molhos brancos ou mesmo para bebericar em um dia mais quente. Mas, aqui em casa a harmonização foi com esse prato típico de Minas e Goiás, arroz com galinha. Só faltou o pequi!



Detalhes da compra

Comprei esse vinho em Uberlândia (MG) pagando R$34.

Saúde a todos!



14 agosto 2016

No estilo típico da Malbec argentina: Clos de Chacras "Cavas de Crianza" Malbec 2014


Esse vinho é elaborado pela Clos de Chacras, vinícola de Mendoza que teve sua primeira safra em 2004, embora o prédio em que está instalada tenha sido construído em 1921 e pertencido a um complexo chamado Bodegas y Viñedos Garantini, nome de uma família suíça que chegou à região no fim do século XIX.

A bodega foi uma das maiores empresas vinícolas de sua época, mas o prédio ficou abandonada até 1987 quando os descendentes do pioneiro Bautista Gargantini recuperaram o patrimônio. Com a reforma e acréscimo de moderna tecnologia o lugar ficou pronto para elaboração de vinhos finos. 

Esse vinho pertence à linha "Cavas de Crianza" e passa 6 meses por barricas de carvalho francês de terceiro uso. 

Na taça tem coloração púrpura, demonstrando juventude. Lágrimas grossas se formam na parede da taça. Nos aromas é um Malbec típico com sua fruta abundante, principalmente ameixa e cereja, leve floral, além das notas amadeiradas, baunilha e chocolate. Em boca tem boa estrutura, com muita fruta madura bem integrada à madeira, sem que essa seja mais importante no conjunto. Vinho macio, com taninos redondos e média acidez. Potência dada pelo álcool (14% de teor). 

Final de boa persistência, com destaque para a fruta madura, chocolate, um dedinho de álcool aparecendo para dar "calor" e uma mineralidade discreta no palato. 

Vinho de perfil mais adocicado, já no aroma e repetindo esse perfil em boca. Madeira presente e álcool dando potência, um conjunto ideal para quem gosta do estilo. Para os paladares iniciantes, que estão migrando para os vinhos finos, tem uma intensidade que certamente agradará. 

Opinião pessoal: o vinho me parece potente para servir apenas como aperitivo, indicando que ficará melhor acompanhando um churrasco ou queijos maduros, ou seja, pratos mais potentes. Embora não seja meu estilo preferido de vinhos, tenho que reconhecer seus predicados. 


Detalhes da compra

O vinho é importado pela Mercovino e a garrafa custa na faixa dos R$ 92-97. 

Saúde a todos! 


07 agosto 2016

Um tinto brasileiro de respeito: Casa Valduga Raízes Gran Corte 2010


A primeira vez que provei esse vinho da Casa Valduga foi às cegas, na condição de jurado de uma edição do Encontro de Vinhos, em Campinas. Na ocasião faturou o primeiro lugar entre os tintos e causou grande surpresa, especialmente entre aqueles que ainda torcem o nariz para o produto nacional.

Essa é uma linha top da vinícola, muito bem feita, que recebe cuidados especiais na seleção das uvas, barricas de carvalho, garrafa, rótulo etc.

Esse é da safra 2010, que não foi das melhores no Vale dos Vinhedos, mas as uvas para essa linha vem de outras regiões: para esse Gran Raízes o terroir é da Campanha Gaúcha e para o Gran Identidade é a Serra do Sudeste. Sem dúvida uma estratégia para fugir das surpresas que o clima da Serra pregam todos os anos. Dos tintos ícones da vinícola apenas o Storia Merlot ficou no Vale dos Vinhedos.  

O corte é de cabernet sauvignon, cabernet franc e tannat, sem que sejam revelados os percentuais, o que não faz diferença nenhuma se o resultado for bom. Passa 12 meses por barricas de carvalho francês e 18 meses em cave para afinamento. Foram elaboradas 12.000 garrafas desse vinho e abrimos a de número 3.400.

Na taça a coloração é rubi, límpido e brilhante. Os aromas vem em boa intensidade, fruta madura (ameixa e amora) envolvida pelas notas de café, chocolate e especiarias. Complexo e elegante. Harmônico, sem que alguma característica se sobressaia sobre as demais.

Na boca tem corpo médio, taninos maduros e macios, boa acidez. Álcool equilibrado. Vinho aveludado, macio, fácil de beber, com elegância dos grandes vinhos tintos, sem excessos. Final bastante persistente, com frutado maduro e sensações da madeira em grande equilíbrio.

É um ótimo exemplar de vinho brasileiro, daqueles que podem ser guardados. Esse aqui está em ótimo momento para consumo, mas parece que ainda pode ser guardado por mais 2 anos sem risco de perder suas principais características.

Atenção: não abra esse vinho apenas como aperitivo. Prepare uma bela refeição porque merece!


Detalhes da compra:

O vinho pode ser encontrado com preços variando a partir dos R$130, uma faixa de preços que não é para o vinho cotidiano (para a imensa maioria dos brasileiros). Mas, é um ótimo produto para presentear, para guardar em sua adega ou abrir em momentos especiais. 

Saúde a todos!



01 agosto 2016

Sempre com a qualidade lá em cima: LA Espumante Brut Rosé #CBE


O tema desse mês para nossa Confraria Brasileira de Enoblogs foi sugerido pelo confrade Marcello Galvão, do blog Agenda de Vinhos: "espumante brut rosé do novo mundo, elaborado pelo método tradicional", um tema interessante e relativamente fácil de atender, com muitas ofertas de bons produtos no mercado. 

Infelizmente, em minha região há pouca oferta de espumantes rosés pelo método tradicional (champenoise). Encontro com facilidade o Blush da Valduga e o Cuvée Tradition da Miolo, mas esses ótimos produtos já apareceram aqui no blog. Queria um diferente. 

Então, escolhi um espumante da Luiz Argenta, vinícola que também já apareceu por aqui em várias ocasiões, inclusive com outro espumante brut rosé, mas elaborado pelo método Charmat (relembre). Esse aqui é um 100% pinot noir, com 18 meses de contato com as leveduras e 12% de álcool.  

Na taça a cor é elegante, lembrando casca de cebola. Aromas em ótima intensidade, característicos dos frutos vermelhos como morango e framboesa. Na boca é cremoso, de boa acidez, refrescante, com teor de açúcar que o torna muito amigável sem que seja adocicado. 

Harmônico, elegante e gastronômico, capaz de acompanhar uma infinidade de pratos. Final longo, refrescante e frutado. Os 18 meses de maturação lhe deram elegância e fineza. Os aromas característicos da fermentação estão bem discretos. 

Recomendo muito!  


Detalhes da compra:

O espumante é vendido na loja virtual da vinícola por R$79 (veja aqui) e aqui em Uberlândia consigo comprar por R$80.  

* Esse é o 119º vinho que comento para nossa CBE, primeira e única confraria virtual do Brasil, desde fevereiro de 2007. 

Saúde a todos!



28 julho 2016

Experimente e seja feliz: Arunte Salento Negroamaro IGT 2014


A região italiana da Puglia é famosa por duas uvas tintas que os brasileiros gostam bastante: Primitivo e Negroamaro, porque tem lá no fundo um adocicado que nosso paladar aprecia, tem boa capacidade gastronômica e são muito fáceis de beber, sem excessos de taninos, vinhos macios, enfim. 

Esse 100% Negroamaro é elaborado pela Catolio, cantina cujas atividades tiveram início nos anos 1960 pelas mãos de um pequeno grupo de viticultores e hoje são mais de 700 associados, que destinam seus esforços para elaborarem principalmente o Primitivo di Manduria. A vinícola desde 2008 utiliza energia elétrica de fontes renováveis (células fotovoltaicas).  

Esse vinho não tem passagem por madeira, ficando apenas um período em tanques de inox para afinamento. Tem 13,5% de álcool e ainda pode suportar mais 1-2 anos em garrafa sem perda de suas principais características.

Na taça tem coloração rubi. Aromas lembrando frutos negros e chocolate amargo. Corpo mediano, taninos finos, frutado marcante, álcool sem incomodar e acidez muito presente. Típico Negroamaro, gastronômico, sempre pedindo mais uma taça.

Vinho macio e equilibrado, foi o escolhido para acompanhar as redondas no "dia da pizza" (10/7).


Detalhes da compra:

O vinho pode ser encontrado aqui em Uberlândia por R$76. É importado pela Mercovino.

Saúde a todos!



24 julho 2016

Divulgação :: Taylor's inaugura centro de visitas - uma verdadeira imersão no universo do vinho do Porto


Após meses de reestruturação e modernização, a Taylor´s anuncia a abertura de seu novo Centro de Visitas, localizado no coração da zona histórica de Vila Nova de Gaia. Um passeio pelo complexo e delicioso mundo do Vinho do Porto e da Taylor´s que proporciona ao turista uma experiência inesquecível!

Para Adrian Bridge, diretor-geral da Taylor’s, a empresa sentiu a necessidade de oferecer aos mais de 100 mil visitantes anuais um outro tipo de experiência, mais adaptada ao século XXI e que se destaque dos outros 16 centros de visita às caves de vinho do Porto que estão por perto.  Para isso, a empresa investiu mais de um milhão de euros nas novas instalações. 

A visita custa 12 euros e está disponível em áudio-guia em cinco idiomas: inglês, espanhol, francês, alemão e português; e leva os turistas através das caves que abrigam os antigos tonéis e mais de 1.500 pipas, onde envelhecem os vinhos do Porto antes da comercialização. Cada visitante ficará livre para escolher quanto tempo deseja dedicar às 11 áreas em que se divide o tour completo: o percurso rápido leva 20 minutos e o completo pode levar até duas horas. 


O tour começa pela história da marca, criada em 1692, contada por áudio, fotografias e vídeos. Os visitantes percorrem os túneis que abrigam a lendária coleção de vintages da Taylor´s, alguns com mais de dois séculos. Estas garrafas especiais encontram-se deitadas umas sobre as outras e repousam neste local até atingir a maturidade perfeita. Um dos pontos altos da visita é a garrafeira Vintage, que abriga uma das mais raras coleções de vinhos do Porto Vintage. Uma verdadeira viagem ao universo do vinho do Porto! 


Após este trajeto, os visitantes seguem para a sala de degustação, local onde podem provar o Taylor´s Chip Dry e o Taylor´s Late Bottled Vintage, sempre com os comentários de um expert da empresa. Para os que desejarem uma degustação mais completa, com inclusão de outros vinhos e até mesmo com alguns snacks e chocolates para harmonização, um novo valor é cobrado. 

Adrian Bridge destaca: "Sentimos que estava na hora de atualizar a nossa visita usando tecnologia moderna. O áudio tem conteúdo para uma visita de duas horas para os turistas que desejarem ver e aprender tudo o que puderem. No entanto, muitos vão preferir ir mais rapidamente para a sala de provas, onde têm acesso a uma ampla gama dos nossos vinhos do Porto."

Centro de Visitas Taylor´s
Horário: 10:00 às 19:30pm (última visita começa às 18:00)
Entrada: 12€ por pessoa
Rua do Choupelo nº 250, 4400-088 Vila Nova de Gaia

No Brasil, os vinhos Taylor´s são importados e distribuídos pela Importadora Qualimpor.

Fonte: Assessoria de Comunicação - São Paulo.