06 maio 2007

Cremaschi Furlotti Carmenere Rosé 2005

A Cremaschi Furlotti é uma vinícola chilena que produz desde 1889, com vinhedos na região do Vale do Maule. Trata-se de uma sub-região do Vale Central, ao lado dos Vales do Maipo, Rapel e Curicó. Encontra-se a 260 km ao sul da capital, Santiago. É uma zona demarcada pela cordilheira da costa ao oeste e os Andes a leste, correspondendo a um amplo vale longitudinal com suaves montanhas e terras férteis.
Este vinho foi comprado no Carrefour a R$ 22. É um vinho demi-sec, mas seu teor de açúcar é de apenas 5,47 (g/l), um pouco acima do limite máximo para os vinhos secos, que é de 5 g/l. A legislação brasileira admite como demi-sec os vinhos com até 20 g/l. Então, vi logo que não se tratava de um vinho "docinho". Resolvi arriscar.
O resultado foi satisfatório. Nada de excepcional, mas não é um vinho chato, como poderia ser esperar.
Um vinho de coloração mais próxima do vermelho do que do salmão. Lágrimas abundantes (14% de álcool), boa intensidade aromática, lembrando os tradicionais frutos vermelhos (morango e cereja). Mostrou-se untuoso. Nos aromas e na boca, lembrou geléia destes mesmos frutos.
Acidez moderada, mas com boa refrescância. Retrogosto frutado e agradável. Final de boa persistência, marcou bem o paladar e agradou a todos.
Um tanto alcoólico para um rosé, por isso tenha cuidado! É vinho simples, mas correto. Para beber sem maiores expectativas ou exigências. Um vinho descontraído, mas com um certo charme.

2 comentários:

Omar Navarro disse...

O caro senhor

Eu visitou sua página, e o muito instructive, encontro do decearia para
saber se um intercâmbio de aceptarias das conexões.

Para comunicar por favor o desicion que faz o mension da página.

Atte.

Omar Navarro
http://charlassobrevinos.blogspot.com

Anônimo disse...

Adquiri 2 garrafas deste vinho há um tempo e a intenção era consumir uma de cada vez, mas ele é muito agradável... lá se foram as duas na mesma noite (rs). Você tem razão quando diz que é um vinho que servirá bem como aperitivo e não é "docinho", apesar de demi-sec.
Pedro Augusto D'Alloca