27 julho 2007

Aliança Reserva Tinto Dão DOC 2002

Este tinto é produzido pela Caves Aliança, fundada em 1927 por onze associados. Exporta desde há muito para o Brasil, África e Europa. Atualmente 50% de sua produção sai de Portugal em direção a 60 países. Produz vinhos nas principais regiões vinícolas, como Alentejo, Dão, Douro, Bairrada e as Beiras, explorando cerca de 500 ha de vinhas.
Comprei esta garrafa em junho, no Extra. Paguei R$ 17,60. Preço honesto. O vinho, nem tanto!
No copo, coloração granada, com formação de grossas e lentas lágrimas, pouco numerosas. Límpido. Aromas moderados de frutos vermelhos. Algo bastante familiar, mas não consegui decifrar. Fiquei muito frustrado por não conseguir descrever. Notas lembrando musgo e terra.
Pouco corpo, muito leve, com taninos quase extintos. Acidez em baixa. Final de média persistência. Com comida, comportou-se timidamente, com retrogosto lembrando couro, sensação não muito agradável ao meu ver. Álcool marcando o final (13%).
Por ser um vinho de cinco anos, talvez já esteja morto ou tenha sido mal armazenado.




3 comentários:

João Barbosa disse...

Confesso que não me lembro de ter provado este.
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Já quanto a região aconselho vivamente, pois além de ser uma das mais tradicionais regiões portuguesas tem registado muito interessantes novidades. Contudo, é preciso algum cuidado com o que se compra, pois nem tudo o que vem do Dão é bom.

le vin au blog disse...

Provei este vinho no ano passado...faço meus os seus comentários.
Abs.,

Anônimo disse...

Ontem tomei na casa de um amigo este mesmo Reserva, mas 2001, agora com 8 anos.
A cor também era granada, com algum resíduo parecido com açúcar, quase transparente, tinha algum corpo, acidez razoável e nada que lembrasse couro. Álcool bem discreto e persistência muito boa para um vinho que deve ter custado uns 30 ou 35 reais. Tomei sem acompanhamento e todos gostaram dele.