25 junho 2008

Les Traverses Côtes Du Ventoux Rouge 2004

Enfim alguma coisa interessante no “Reino Francês Acessível” (abaixo dos R$ 40). Um vinho produzido pela consagrada Maison Paul Jaboulet Aîné, fundada em 1834. O vinho é um corte de grenache (80%) e syrah (20%), produzido em Côtes Du Ventoux, sub-região do Côtes du Rhône.
Rubi translúcido, com muitas lágrimas, que desceram rapidamente pelas paredes da taça (13,5%). Bons aromas a frutos vermelhos silvestres. Muita delicadeza e elegância. Pouco corpo, com taninos ainda vivos, dando uma certa rusticidade ao vinho, embora seja macio no conjunto. Acidez marcante e álcool que não atrapalhou. Retro-olfato com gostoso frutado. Não apareceram notas lembrando passagem por madeira.
Final mediano, frutado, deixando a boca seca. Pronto para beber, agradável e delicado. Vinho muito bem feito, pelo qual paguei R$ 35, na Mistral. Pronto pra beber, acompanhado ou não de comida.

5 comentários:

Gerson disse...

Olá, me desculpem o sumiço, mas por problemas pessoais estive ausente, fico feliz por retornar e mais ainda ao ver que temos novos e interessantes blogs, Avaliador de Vinhos, Degusteno, Diario de Bacco... muito maneiro mesmo...muitissimo legal...parabéns para Le Vin au blog e Vinho para Todos que ao meu ver iniciaram a Confraria...
Em tempo: estava com saudades de ler os comentários da Rafaela sobre os vinhos.

Taís Miranda disse...

seu blog é o máximo. Muito confiável e sempre atualizado. Obrigada...

Avaliador de Vinhos disse...

Vou experimentar este, amigo.

Em julho, irei a São Paulo e vou aproveitar para passar na Mistral.

Comprarei também o Alto Uxmal Cabernet Merlot, avaliado no meu blog, que, por R$ 21,00, é realmente um ótimo negócio.

Abraço!

Gabriel Aleixo disse...

Olá! Boa dica esse Ventoux, vou atrás.
Eu estou com o post do Vernus pronto, mas não lembro se combinamos de postar nesse final de semana ou depois. Vc me avisa?
Abraço,
Gabriel

Leonardo De Araujo disse...

Boa dica! Já tive minha dose de decepções e parei por aí. Tenho tomado os mais caros e daí é bem tranquilo de acertar.
Ficarei atento ao Ventoux também.
Quanto aos Etchart, muitas vinícolas de Salta são confiáveis como ela e a Callia.
Torrontés mais caros ficam aromáticos (e interessantes, lembrando Gewurz). Tua descrição deste lembra o Crios Torrontés que provei tempo atrás.
Já divergindo de você, os mais baratos sempre me parecem um tanto "duros".
Vale a dica. Esse Etchart parece o Torrontés barato que eu precisava.
Como sempre em seu blog, bem direto e útil aos leitores.

Brindes
Leonardo
vivaovinho.blogspot.com

PS: To numa correria, com duas confrarias e outros projetos no mundo do vinho. Como vou no mercado amanhã, tentarei localizar o Vernus e se o achar, abrirei-o no terça, assim volto a participar da conrfaria.