28 Janeiro 2009

Castillo de Molina Reserva Carmenère 2005

Este é o segundo vinho desta linha que comento. Assim como o Pinot Noir 2006 (relembre), este Carmenère peca pelo uso um tanto exagerado da madeira, o que para meu gosto pessoal pode comprometer seriamente a qualidade do vinho. Sei que há consumidores que não abrem mão dos aromas abaunilhados, mas isso esconde as características do vinho (inclusive os defeitos). Experimente colocar bebida energética em uísques de qualidade diferente. Verá que ficam muito parecidos, embora muitos gostem!
Tenho outro vinho desta linha para comentar no futuro (um Syrah), que provavelmente terá a mesma característica, uma opção da vinícola San Pedro, que exporta vinhos de várias faixas de preço para o mercado brasileiro.
Pela garrafa deste vinho paguei R$35, em julho. É produzido com uvas do Vale do Curicó, sendo 90% de Carmenère e 10% de Cabernet Sauvignon. O vinho passa por barricas de carvalho francês e americano, sendo que 30% delas são novas e permanece em descanso por doze meses.
Na taça, um púrpura bastante escuro. Muitas lágrimas, finas e lentas, manchando as paredes do copo. Aromas de boa intensidade, dominados pelo abaunilhado da madeira. Frutos vermelhos maduros, eucalipto e menta em segundo plano. Agradável no nariz.
Na boca, taninos doces e macios. Acidez moderada. Pouco corpo. Retro-olfato com frutado discreto e leve álcool no final. Sedoso no início de boca.
Final longo, com domínio da madeira sobre a fruta, aparecendo notas tostadas agradáveis. Álcool "queimando" um pouco o final de boca (14%).
Pronto para beber. A relação qualidade x preço é apenas razoável, mas se você gostar de vinhos com estas características abaunilhadas, certamente o avaliará melhor.

25 Janeiro 2009

Matariki Aspire Pinot Noir 2006

Não tenho dúvida em afirmar que este é o melhor Pinot Noir comentado neste blog. Um vinho que reúne todas as marcantes características desta uva, embora seu preço não seja muito convidativo (R$79). Mas foi um vinho comprado com especial atenção, já que há muito tempo pretendia comentar um vinho da Nova Zelândia.
É produzido na região de Hawke's Bay (a sudeste, na Ilha Norte) pela
Matariki Wines, fundada em 1981 pelo jogador de rugby John O'Connor e sua esposa Rosemary. O nome da vinícola vem da tradição Maori e simboliza a mãe de um pequeno aglomerado de estrelas da constelação de Touro. Acredita-se que as seis estrelas em torno dela sejam suas filhas (veja imagem) e quando é possível visualizá-las da terra a região terá uma temporada de fartura.
O vinho é um espetáculo para os sentidos, com ótima intensidade aromática, indicando frutos vermelhos silvestres típicos da variedade e um perfumado interessante, lembrando pó para maquiagem. Discreto mineral aparecendo.
Na boca é leve, macio e marcante, com boa acidez e frutado repetindo-se no retro-olfato. Adocicado bem agradável. Com final longo, deixa um frutado bastante intenso na boca, com leve álcool aparecendo (13,5%), mas sem atrapalhar o conjunto. Embora passe um ano em barricas de carvalho, a madeira mostrou-se bastante discreta, deixando o vinho mostrar suas qualidades.
Vinho de personalidade, marcante e intenso. Sem defeitos, um ótimo exemplar de Pinot Noir do Novo Mundo. O preço não é baixo, mas vale a pena gastar um pouco mais para ter a experiência. Pronto pra beber.

22 Janeiro 2009

Rio Seco Malbec Reserva 2005

Comprei este vinho no Angeloni de Joinville (R$24) que é também o importador da marca. Não encontrei informações sobre o produtor, mas no rótulo consta que foi elaborado com vinhas de mais de 100 anos. Provavelmente há um valor histórico importante, mas em termos vinícolas a produção já não é mais adequada à produção de um bom vinho.
Com coloração púrpura e reflexos violáceos, formou lágrimas muito rápidas nas paredes da taça. Boa intensidade aromática, com destaque para frutos vermelhos maduros e especiarias (cravo, canela e alecrim). Álcool sem aparecer (13% de teor).
Bom começo, mas na boca não repetiu os aromas agradáveis. Leve, com taninos macios e acidez em baixa, é um vinho pouco intenso, com retro-olfato levemente frutado. De final curto, restaram as especiarias. Sem personalidade, não valeu o preço pago. Se custasse R$15, quem sabe...

19 Janeiro 2009

Cecchi Chianti DOCG 2006

A família Cecchi produz vinhos desde 1893 e conta atuamente com cerca de 300 hectares de vinhedos, distribuídos em quatro regiões produtoras: Chianti Classico, San Gimignano, Maremma Toscana e Umbria.
Este chianti me custou $40 numa promoção. Leva em sua composição 90% da uva Sangiovese e os outros 10% são divididos entre as locais Canaiolo e Colorino. Um vinho com estilo "velho mundo", mais elegante do que potente e que está pronto para beber.
Na taça, coloração vermelho rubi, com as bordas levemente violáceas. Muitas lágrimas, grossas e rápidas. Nos aromas, boa fruta vermelha madura, com algo vegetal também presente e leve lembrança de tabaco.
Na boca é leve, com taninos finos, marcando levemente o palato. Acidez em destaque e álcool em equilíbrio (12,5% de teor). Final longo, frutado e nuances tostadas (não por causa de madeira, mas por uma característica da Sangiovese). Lembrança tânica moderada. Um pouco de terra úmida também apareceu.
Vinho equilibrado, com personalidade. Seco, sem ser duro. É mais delicado do que potente. Ótimo para quem gosta deste estilo de vinho ou para quem quer conhecer. Porém a boa relação qualidade x preço está no limite.

17 Janeiro 2009

Rodas Colección 12 Sangiovese Rosé 2007

Numa baita segunda-feira decidi comprar este rosé, pelo qual paguei R$13,90. É produzido em Mendoza pela Bodegas Esmeralda e faz parte de uma linha de produtos exclusivos para exportação. O que mais me chamou a atenção foi ter sido elaborado a partir de uvas 100% Sangiovese, uma variedade italiana cultivada na Toscana, Úmbria e Lazio, mas pouco utilizada (ainda) na América do Sul.
O resultado foi razoável. Um vinho simples a preço baixo, satisfatório para uma segunda-feira.
De coloração vermelho cereja (lembrando cor de "suco de melancia"), tem aromas muito discretos a frutos vermelhos típicos em rosés mais simples: morangos e cerejas. Mais frio um pouco os aromas praticamente desapareceram.
Na boca é gostoso, macio e de acidez mediana, dando um pouco de refrescância. Frutado delicado no palato. Redondo e doce, com sabor evidente de morango. Tem final muito curto, com notas frutadas e delicadas, mas que desaparecem logo. Álcool sem incomodar em nenhum momento (13% de teor).
Pelo preço não se saiu tão mal, mas é um vinho sem atrativos. Gastando um pouquinho a mais (talvez R$18) temos outros rosés mais interessantes que esse.

14 Janeiro 2009

Cavalleri Espumante Moscatel Rosé 2008

Em outubro, estivemos na Cavalleri, casa fundada em 1987 e que tem feito coisa boa no Vale dos Vinhedos. Dos vinhos que nos foram apresentados no varejo da vinícola, gostamos bastante do Espumante Moscatel, que já conhecíamos, e do Pecato Reserva Merlot 2005. Mas a novidade ficou por conta deste rosé, elaborado a partir da variedade Moscatto Hamburgo. Trata-se de uma uva originária do cruzamento entre a Schiava Grossa e Moscato de Alexandria. Na França é muito popular como uva de mesa e conhecida como Frankental. Foram produzidas apenas 2.900 garrafas e comprei a de nº 964, pagando R$28. Quando o bebi ainda na degustação da vinícola pensei: ideal para alguém abandonar de vez o Lambrusco!
Na taça, coloração vermelho-morango, com perlage fina e persistente. Bolhas grandes na parede da taça. Espuma rosada, que desaparece logo (algo em torno de 10 segundos).
Aromas um pouco tímidos. Frutos vermelhos silvestres (morangos e amoras) e algo de caramelo. Melhor na boca. Cremoso, com atraente adocicado (sem ser chato). Retro-olfato frutado e acidez mediana. Final curto, porém frutado e muito agradável. No limite da boa relação qualidade x preço, mas que vale a pena conhecer.

11 Janeiro 2009

Periquita Tinto 2004

O Brasil, ao lado da Suécia, é o maior importador deste clássico vinho da José Maria da Fonseca (fundada em 1834). É um "Vinho Regional Terras do Sado", produzido na Península de Setúbal a partir de um corte entre a predominante Castelão (70%), Trincadeira (20%) e Aragonez (10%), que passa 4 meses em madeira nova e usada.
Até 2001 o vinho era monovarietal, mas a Castelão demora bastante tempo para "amaciar", prejudicando a aceitação rápida do vinho pelo mercado cada vez mais ansioso.
Já havia degustado a safra 2003 e gostado. Então, em setembro de 2007 degustei pela primeira vez a safra 2004, voltando a repetir a experiência em outras ocasiões. Na última, em novembro de 2008, cheguei à mesma conclusão das degustações anteriores: esse 2004 é um vinho bem comum. Da primeira vez fiquei imaginando que poderia haver alguma coisa errada, porque o vinho foi exaltado pela crítica especializada como uma das boas compras na faixa de preços. Repetidas vezes o resultado sempre foi mediano pra mim. Gosto pessoal, claro!
No copo coloração púrpura, boa transparência, denotando pouco corpo. Aromas um tanto tímidos, perfume de flores (violetas) e frutas vermelhas silvestres (morangos). Na boca é leve, com taninos redondos e acidez discreta. Álcool sem incomodar (13%). Final curto, mas agradável. Madeira muito discreta.
Vinho muito comum, embora tenha muita tradição em nosso mercado. Comprei garrafas variando preços entre R$19 e R$27. Mas nos supermercados brasileiros há vinhos do Dão ou Douro (que recebem classificação DOC), na mesma faixa de preços e mais interessantes. Me perdoem os fãs do vinho, que são muitos e fiéis.

08 Janeiro 2009

Dom Cândido Reserva DC Merlot 2005

A Vinícola Dom Cândido é das mais tradicionais no Vale dos Vinhedos. Tem uma boa estrutura de recepção ao turista e, se der sorte, pode encontrar o patricarca da família para uma boa história. Em outubro, quando visitamos a empresa, não tivemos esta sorte. Então, nos restou degustar o que a casa produz: 10 vinhos e 3 espumantes. Não degustamos todos, mas a maioria não me agradou. Para não passar em branco, comprei uma garrafa deste Merlot (R$25), com passagem por madeira e da excelente safra 2005. Fiquei decepcionado com o resultado!
Um vinho de coloração púrpura com bordas violáceas, de lágrimas finas e lentas. Aromas atípicos, em nada lembrando os Merlot brasileiros. Floral de média intensidade, lembrança de frutos vermelhos delicados (cereja) e sem sinal de madeira, embora seja um "Reserva" da vinicola.
Vinho muito leve, quase "aguado", com pouco corpo, taninos extintos e baixa acidez. Álcool sem aparecer (12,5% de teor). Final curto e desinteressante. Ficou alcóolico com comida.
Enfim, foi o pior vinho dos que trouxe da viagem ao sul. Pareceu um Merlot chileno de linhas mais baratas: sem personalidade. Não faz jus à boa adaptação desta casta ao terroir do Vale dos Vinhedos e não vale o preço pago.

05 Janeiro 2009

Salton Volpi Pinot Noir 2007

Fui visitar a Vinícola Salton, no Distrito de Tuiuti, em Bento Gonçalves, para comprar dois vinhos: um Desejo Merlot 2005 (que ainda não abri) e este Pinot Noir da linha Volpi, que não é encontrado em lojas especializadas em razão da produção limitada. Após degustar o vinho com um dos atendentes, decidi pagar os $38 numa garrafa, embora o preço seja um pouco exagerado. Mas valeu a pena porque produzir Pinot Noir de boa qualidade em solo brasileiro não é tarefa fácil.
É um vinho de coloração rubi-violáceo, com boa transparência e lágrimas abundantes, típica aparência dos vinhos desta uva. Os aromas têm boa intensidade, com evidente frutado (frutas negras e silvestres) e floral bastante perfumado, indicando a qualquer "nariz com alguma experiência" tratar-se de um Pinot Noir. Álcool um pouco aparente (13% de teor).
Na boca é leve, redondo, com taninos marcando discretamente. Acidez no ponto, com retro-olfato bastante frutado. Um pouco "quente", mas sem estragar o conjunto. Amargor discreto acompanhando a degustação. Final longo, com boa integração entre madeira e frutado. Leve tostado no fundo da taça.
Por ser um vinho que passa mais de um ano em carvalho francês, o resultado é bastante harmônico e honesto, não deixando a impressão de que o enólogo quis esconder algum defeito "exagerando na baunilha".
Compraria outra garrafa, mas torço para que o preço caia nas próximas safras.

01 Janeiro 2009

O que fizemos em 2008?

Este foi o terceiro ano do blog Vinho para Todos, que teve a primeira postagem publicada em 4 de julho de 2006. De lá pra cá foram 238 vinhos comentados. Quase todos comprados com recursos próprios e uma pequena parcela vinda de presentes de amigos e principalmente da minha esposa.
Nesse 2008 ultrapassamos as 87.000 visitas, número que valorizo bastante, pois sou um amador escrevendo sobre um assunto tratado com propriedade por muita gente boa e profissional. Obrigado a todos os visitantes do Brasil e os cerca de 5% de visitantes residentes no exterior (Portugal, EUA, Espanha, Japão, Canadá, Argentina, Chile e até Romênia e Suíça, dentre outros).
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E por falar no visitante, utilizei bastante uma nova ferramenta do Blogger, a enquete, para traçar o perfil de quem acessa o site. Nada que tenha valor científico, claro, mas uma brincadeira mensal com perguntas fáceis, que indicou que o visitante-padrão do Vinho para Todos:
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- É homem, entre 25 e 34 anos, mora na região Sudeste e começou a gostar de vinhos há mais de dois anos.
- Não gosta de revista de vinhos, compra a maioria de seus vinhos em supermercados e com R$25 no bolso compraria um Carmenère Chileno, mas já consumiu vinhos que custaram mais de R$100.
- Bebe vinho mais de uma vez por semana e prefere a Casa Valduga como a principal vinícola brasileira.
- Conheceu o blog em site de busca, já comprou vinhos sugeridos aqui e acessa o blog mais de uma vez por semana.
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Mantivemos viva a idéia da Confraria Brasileira de Enoblogs, criada em 2007 a partir de uma idéia minha e do Leonardo, do
Viva o Vinho. Nesse ano, foram 13 vinhos comentados, incluindo um espumante especial comentado no dia 15 de dezembro. Todos os vinhos que comentei para a Confraria podem ser vistos no menu à direita, num total de 24 vinhos. A Confraria cresceu, com mais blogs aderindo à saudável brincadeira.
Em 2008 comentei 101 vinhos, sendo 41 brasileiros, 23 argentinos, 16 chilenos, 06 portugueses, 5 franceses, 3 italianos, 3 espanhóis, 2 uruguaios e 2 sul-africanos.
Para manter o interesse do leitor, a partir de agosto publiquei comentários a cada quatro dias. Isso permitiu que acumulasse várias postagens agendadas. Caso não bebesse ou não tivesse como escrever por algum motivo, as atualizações não parariam. Blog desatualizado não é lido!
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Eis os vinhos comentados no ano:
VINHOS RUINS – 2%
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Almadén Reserva Especial Tannat 2005
Don Pascual Reservado Cabernet 2006
VINHOS RAZOÁVEIS - 17%
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Canciller Malbec 2005
Club des Sommeliers Espumante Brut
Dal Pizzol Pinot Noir 2008
Dante Robino Cabernet Sauvignon 2004
Domaine du Grand Louiset Côtes du Rhône AOC 2005
Latitud 33º Malbec 2007
Latitud 34º Malbec 2007
Les Combelles Bourdeaux AOC Rouge 2005
Meia Encosta Tinto Dão DOC 2003
Miolo Gamay 2008
Pizzato Concentus 2004
Rendeiras Syrah 2004
Santa Ana Reserve Malbec 2006
Santa Carolina Varietal Merlot 2007
Santa Helena Selección del Directorio Reserva Pinot Noir 2003
Santa Julia Malbec 2006
Terranova Shiraz 2006
VINHOS BONS - 35%
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Adolfo Lona Espumante Brut Rose
Adolfo Lona Merlot Cabernet Sauvignon 2004
Altos Las Hormigas Malbec 2006
Araucal Roble Malbec 2005
Argento Reserva Bonarda 2007
Carta Vieja Reserve Pinot Noir 2005
Casa Antiga Tinto Dão DOC 2005
Casa Perini Ancellotta 2006
Castillo de Molina Reserva Pinot Noir 2006
Chateau Bel Air Bourdeaux Supérieur AOC 2005
Club des Sommeliers Brut Rosé
Colonia Las Liebres Bonarda 2006
Condado de La Vega Tempranillo 2005
Dal Pizzol Touriga Nacional 2007
Finca Flichman Malbec-Shiraz Rosé 2006
Finca La Linda Malbec Rosé 2006
Fortaleza do Seival Pinot Noir 2007
Garibaldi Espumante Moscatel
Les Traverses Côtes Du Ventoux Rouge 2004
Luiz Argenta Espumante Moscatel (2007)
Marson Reserva Merlot 2004
Masson-Dubois Pinot Noir Bourgogne AOC 2005
Michel Torino Coleccion Pinot Noir 2007
Miolo Reserva Merlot 2005
Osborne Solaz Tempranillo Cabernet Sauvignon 2003
Porto Comenda White
Quinta dos Aciprestes Douro DOC Tinto 2005
Reserva da Serra Merlot 2005
Rio Sol Tinto 2006
Saladini Pilastri Rosso Piceno DOC 2005
Santa Helena Reservado Carmenère 2006
Santa Helena Siglo de Oro Cabernet Sauvignon 2006
Saurus Malbec 2006
Trapiche Pinot Noir 2007
Viña Amalia Malbec 2006
VINHOS MUITO BONS - 28%.
Alto Vale Espumante Demi Sec 2006
Amadeu Espumante Brut Rose
Arte Casa Valduga Tinto 2005
Arte Espumante Brut 2007
Caliterra Reserva Cabernet Sauvignon 2006
Casa Valduga Gran Reserva Excellence Tinto 2000
Casillero del Diablo Malbec 2006
Cavalleri Espumante Moscatel 2007
Cave de Pedra Egiodola Premium 2005
Cave de Pedra Special Brandy 2004
Cisplatino Pequeña Reserva Tannat & Merlot 2005
Corvo Rosso Sicilia IGT 2004
Dal Pizzol Pinot Noir 2007
Dal Pizzol Tannat 2004
Duetto Pinot Noir & Shiraz 2006
Etchart Privado Torrontés 2006
Fenocchio Dolcetto Langhe DOC 2005
Fortaleza do Seival Tempranillo 2006
Marqués de Cáceres Tinto Rioja DOC 2004
Marson Espumante Moscatel
Michele Carraro Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2004
Panilonco Reserve Carmenère 2006
Rio Sol Reserva Syrah 2005
Roca Malbec Merlot 2006
Santa Ema Selected Terroir Merlot 2006
Sottano Reserva Malbec 2005
Terrazas de Los Andes Malbec 2006
Two Oceans Pinotage 2007
VINHOS “QUASE EXCELENTES” - 14%
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Adaga Chardonnay 2008
Alamos Pinot Noir 2007
Casa Valduga Premium Merlot 2002
Cordelier Reserva Cabernet Sauvignon 2005
Emiliana Reserva Cabernet Sauvignon-Syrah 2005
Fausto de Pizzato Cabernet Sauvignon 2005
Flor de Crasto Tinto Douro DOC 2004
Identidade Marselan 2006
Mundvs Malbec 2006
Norton Malbec DOC 2005
Quinta do Seival Castas Portuguesas 2004
Santa Ema Barrel Select Syrah 2005
Tres Palacios Reserve Merlot 2005
Trivento Pinot Noir 2007
VINHOS EXCELENTES - 5%.
Avondale Pinotage 2006
Carmen Pinot Noir 2005
Casillero del Diablo Cabernet Sauvignon 2005
Herdade Paço do Conde Tinto 2004
Santa Helena Vernus 2004
Como faço em todos os anos, elejo um pequeno grupo de vinhos para destacar. Em 2008 merecem estar aqui, por seus aspectos positivos:
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- Mais bebido (branco): Etchart Privado Torrontés 2006
- Mais bebido (tinto): Duetto Pinot Noir & Shiraz 2006
- Mais bebido (espumante): Alto Vale Espumante Demi Sec 2006
- Surpresa brasileira: Adaga Chardonnay 2008
- Surpresa importada: Avondale Pinotage 2006
- Envelheceu bem: Casa Valduga Gran Reserva Excellence Tinto 2000
- Brasileiro mais expressivo: Quinta do Seival Castas Portuguesas 2004
- Importado mais expressivo: Santa Helena Vernus 2004
- Queria beber novamente: Herdade Paço do Conde Tinto 2004
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Essa foi uma lista estranha de fazer. Cada vinho traz uma pequena lembrança e devo ter cometido alguma injustiça, mas é um risco de quem se atreve a emitir opiniões.
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Finalizando, quero desejar a todos os leitores deste blog um 2009 com muitas realizações, muita alegria, saúde e vinhos cada vez melhores.
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Saúde a todos os confrades e seus familiares!