Na taça apresentou coloração púrpura, muito lacrimoso, indicando boa densidade e untuosidade. Bons aromas, com frutos bastante maduros, adocicado presente e boa dose de tabaco, indicativo de madeira bem dosada (70% passa 8 meses em barricas de carvalho americano).
Apresentou corpo mediano, menos estruturado que o 2005, por exemplo. Taninos marcantes e acidez proeminente. Muita fruta e madeira no retro-olfato. Deixando a boca “arejar”, o álcool apareceu um pouco. Na boca, as notas doces do aroma não se repetiram.
Final longo, marcado por bom equilíbrio entre fruta e carvalho, com leve lembrança tânica. Com o passar do tempo, ficou mais fácil.
Vinho menos intenso que o esperado, sem complexidade. Manteve a boa relação qualidade x preço, mas aqui em casa não foi um vinho histórico, com todo respeito.








