11 abril 2014

Corremos a Wine Run, em Bento Gonçalves. Veja como foi!



Um dos vários trechos da corrida em que os vinhedos compunham o cenário. Foto: Divulgação.

No último sábado (5/4) foi realizada a 3ª edição da WineRun, em Bento Gonçalves (RS). A corrida é considerada uma “prova de montanha”, porque os corredores passam por vários terrenos diferentes no percurso desenhado em pleno Vale dos Vinhedos.

Todo na zona rural, o trajeto de 21 km mescla piso de terra, asfalto e paralelepípedo com muitas (muitas mesmo) subidas e descidas. Os inscritos poderiam correr a prova individualmente, em duplas ou em trios. Segundo a organização foram mais de 1.400 inscritos, superando os números do ano passado. 

Érika e eu fizemos nossa inscrição na modalidade duplas mistas, com grande antecedência para aproveitar preços melhores de voos e hotel. Também se inscreveram nossos amigos do Le Vin au Blog, Cláudio e Rafaela.

A prova foi muito bem organizada pela Revista Adega, com patrocínio da Caixa e apoio de várias vinícolas, como Aurora, Rio Sol, Miolo, Perini, Pizatto e Casa Valduga, além do Ibravin. 

Os corredores à espera da largada. Foto: Divulgação.

Na sexta-feira retiramos o kit da prova no CTG bem perto do Dall’Onder Grande Hotel, onde ficamos hospedados. Tudo muito rápido e sem grandes filas. No kit, além da camiseta da corrida e número de peito os corredores receberam um exemplar da revista Adega, bolachas, isotônico e uma garrafa de vinho de uma das vinícolas patrocinadoras.  

A organização montou uma pequena feira com os produtos da Salomon a preços mais baixos do que encontramos normalmente no mercado, com descontos de aproximadamente 20%. Havia muitos modelos de tênis, mochilas de hidratação, meias e outros acessórios.

No dia da corrida montaram um esquema de traslado dos participantes que funcionou muito bem. Às 7:30 h os ônibus levaram os corredores ao ponto de largada; às 8 h outra leva de corredores, dessa vez para o primeiro posto de revezamento e, por fim, às 8:30 h os ônibus partiram para o segundo posto de revezamento. Às 9 h ainda havia transporte para quem quisesse apenas assistir à chegada dos corredores.  

Tudo sem nenhum atropelo, diga-se de passagem.

O primeiro ponto de revezamento, ao final dos 9,9 primeiros quilômetros. Foto: Divulgação.

Na largada e postos de revezamento havia bastante água disponível e banheiros. O pessoal do Exército deu apoio nesses pontos, ajudou na sinalização de todo o percurso e na distribuição de água pelos vários pontos de hidratação. 

O primeiro trecho (9,9 km) foi marcado por uma subida logo no começo, não muito íngreme em sua grande parte, mas bem longa, com cerca de 4 km. Depois disso o percurso ficou mais suave. O segundo trecho (11,1 km) não tinha subidas tão longas, mas de grande inclinação, com descidas também complicadas. Foi impossível não caminhar em alguns momentos.

Quem conhece o Vale dos Vinhedos sabe que as estradas planas são uma raridade. Só pra ter uma ideia o trecho final da corrida (1,4 km) saía do ponto mais baixo de todo o trajeto, perto da Tecnovin, e subia em paralelepípedo passando pela Barcarola, Casa Madeira e um pouco antes da Larentis, onde hoje está a loja de chocolates Vivatto, chegávamos ao 21º quilômetro.

As panturrilhas reclamam até hoje!

Arena de chegada, na Linha Leopoldina. Foto: Divulgação.

Na arena de chegada a organização também foi impecável. Havia muita água, suco de uva, frutas, espumante (claro), um buffet de massas, cookies e outras guloseimas para reposição de energia.

A retirada das medalhas pelos concluintes foi muito tranquila, aliás, uma linda medalha. Impressionou a limpeza do lugar, porque mesmo com poucas lixeiras disponíveis os corredores faziam questão de não jogar nada no chão.

Para retornar ao centro da cidade não houve nenhum problema, porque havia ônibus para todos os corredores e também para os convidados que estavam em bom número prestigiando a festa.

O atleta do Cruzeiro, Reginaldo José da Silva, foi o primeiro a completar os 21 km. Foto: Divulgação.

À noite fomos para um jantar no restaurante Maria Valduga, um dos melhores da região. O convite pôde ser adquirido pela internet (R$59) no mesmo site que fazia as inscrições da prova. Uma facilidade e tanto.

Enfim, uma ótima experiência participar de uma prova tão organizada, com trajeto numa linda região vinícola e rever amigos especiais.

Em 2015 estaremos de volta!

Saúde a todos!


A linda medalha que os concluintes receberam ao final.

7 comentários:

Anônimo disse...

Olá!

Nossa, da Tecnovin até a Casa de Madeira é uma subida e tanto! Não conhecia essa corrida, vou prestar atenção e ver se consigo participar no próximo ano. No meu caso, entretanto, será caminhada, e ainda em revezamento! O local é lindíssimo, deve ter sido uma bela experiência!

Abraço,
Caroline

Vinho para Todos disse...

Caroline,

nessa prova é impossível não caminhar em alguns trechos de subida.

programe-se para o próximo ano, porque a prova vale a pena.

saúde!

Rodrigo Rosa disse...

Olá,

Já estava planejando correr lá, agora pegando todas essas informações, irei com certeza. Aprimorar os treinos...rs É tranquilo para um acompanhante ( esposa ) se deslocar também?

Abraços

Vinho para Todos disse...

Caro Rodrigo,

a organização em 2014 foi impecável. Havia ônibus inclusive para os acompanhantes se deslocarem do Hotel Dall'Onder até a chegada da prova, na Linha Leopoldina, no Vale dos Vinhedos.

Abraço!

Gil Mesquita

Rodrigo Rosa disse...

Obrigado pela informação Gil. Estarei lá com certeza. Vamos testar o fôlego fazendo 21k sozinho...rs

Abração,

Rodrigo

Anônimo disse...

Oi. foste na prova de 2015? Podes repetir os elogios sobre a organização? principalmente na entrega dos chips, largada e chegada?

Administrador disse...

Olá!

Não fomos na edição 2015. Caiu numa data difícil pra nós, que estamos em Minas.

Não tenho informações sobre o evento desse ano. Espero que a organização tenha se repetido.

Abraço!